
Depois de ver a fotografia no blogue Baixa do Porto, dou a mão à palmatória: parece ser um mamarracho bonito! :)


Não se pode dizer que de Espanha nem boa brisa nem boa Prisa, porque o clima para este monumental acto censório é da exclusiva responsabilidade de José Sócrates.
No JNDe acordo com os dados da companhia irlandesa de baixo custo, desde que começou a operar no Porto, em 2005, passou de 1.484 voos e 234.200 passageiros para 7.116 voos e mais de um milhão de passageiros no ano passado.
«Nos primeiros seis meses do corrente ano, já 618.271 passageiros tinham voado com a Ryanair a partir do Porto», refere a empresa em comunicado, citado pela Lusa, destacando o crescimento superior a 33% registado o ano passado.
Fonte: Agência Financeira
Foto: http://www.travelpod.com/travel-photo/mmbcross/portugal-2006/1179018720/13x_lisbon_tram_xbondex.jpg/tpod.html


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Nem com as notícias sobre a crise financeira e económica que chegam a toda a hora.
A manchete de hoje do JN fala da denúncia de uma aluna depois de ter visto um filme na escola. Segundo o JN, a aluna, ao ver o filme "O crime do Padre Amaro" se recordou dos tempos em que era abusada sexualmente por um familiar. Logicamente que é de lamentar esta história.Auditor’s one line report on Lehman Brothers Balance sheet:
“There are two sides of a Balance Sheet, Left & Right (Assets and Liabilities respectively): On the Right side there is nothing right and on the Left side there is nothing left”.
(via blogue de Vasco Campilho)
2ª Fase (até 2018) - 43 kms; 49 estações; Investimento de 1.125.066 euros
- Extensão da linha amarela entre S. João de Deus e Laborim em três fases. Conclusão: 2012.
- Estádio do Dragão-Cabanas. Conclusão: 2010
- Extensão da linha entre ISMAI e Trofa. Concurso: início de 2009. Conclusão: 2012
- Linha do Campo Alegre - entre Matosinhos Sul e S. Bento. Conclusão: 2014
- Linha de São Mamede - entre o Pólo da Asprela e Vasco da Gama. Conclusão: 2016
- Campanhã-Gondomar/Valbom. Conclusão: 2018
3ª Fase (2018-2022) -
- Faculdade de Letras-Laborim-Vila d’Este, com nova ponte sobre o Douro. Conclusão: 2022
- Linha da Boavista (em estudo)
- Ligação H. S. João - Maia - Verdes (em estudo)
No Outono de 1989 conduzi na RTP os debates entre os candidatos a Lisboa. O grande confronto foi PS/PSD. Duas candidaturas notáveis. Jorge Sampaio, secretário-geral, elevou a política autárquica em Portugal a um nível de importância sem precedentes ao declarar-se candidato quando os socialistas viviam um dos seus cíclicos períodos de lutas intestinas. O PSD escolheu Marcelo Rebelo de Sousa.
No debate da RTP confrontei-os com a fotocópia de documentos dos arquivos do executivo camarário do CDS de Nuno Abecassis. Um era o acordo entre os promotores de um enorme complexo habitacional na zona da Quinta do Lambert e a Câmara. Estipulava que a Câmara receberia como contrapartida pela cedência dos terrenos um dos prédios com os apartamentos completamento equipados. Era um edifício muito grande, seguramente vinte ou trinta apartamentos, numa zona que aos preços do mercado era (e é) valiosíssima. Outro documento tinha o rol das pessoas a quem a Câmara tinha entregue os apartamentos. Havia advogados, arquitectos, engenheiros, médicos, muitos políticos e jornalistas. Aqui aparecia o nome de personagem proeminente na altura que era chefe de redacção na RTP.
A lista discriminava os montantes irrisórios que pagavam pelo arrendamento dos apartamentos topo de gama na Quinta do Lambert. Confrontados com esta prova de ilicitude, os candidatos às autárquicas de 1989 prometeram, todos, pôr fim ao abuso. O desaparecido semanário Tal e Qual foi o único órgão de comunicação que deu seguimento à notícia. Identificou moradores, fotografou o prédio e referiu outras situações de cedência questionável de património camarário a indivíduos que não configuravam nenhum perfil de carência especial. E durante vinte anos não houve consequência desta denúncia pública.
O facto de haver jornalistas entre os beneficiários destas dádivas do poder político explica muito do apagamento da notícia nos órgãos de comunicação social, muitos deles na altura colonizados por pessoas cuja primeira credencial era um cartão de filiação partidária. Assim, o bodo aos ricos continuou pelas câmaras de Jorge Sampaio e de João Soares e, pelo que sabemos agora, pelas câmaras de outras forças partidárias. Quem tem estas casas gratuitas (é isso que elas são) é gente poderosa. Há assessores dispersos por várias forças políticas e a vários níveis do Estado, capazes de com uma palavra no momento certo construir ou destruir carreiras. Há jornalistas que com palavras adequadas favoreceram ou omitiram situações de gravidade porque isso era (é) parte da renda cobrada nos apartamentos da Quinta do Lambert e noutros lados. O silêncio foi quebrado agora que os media se multiplicaram e não é possível esconder por mais vinte anos a infâmia das sinecuras. Os prejuízos directos de décadas de venalidade política atingem muitos milhões.
Não se pode aceitar que esta comunidade de pedintes influentes se continue a acoitar no argumento de que habita as fracções de património público "legalmente". Em essência nada distingue os extorsionistas profissionais dos bairros sociais das Quintas da Fonte dos oportunistas políticos que de suplicância em suplicância chegaram às Quintas do Lambert. São a mesma gente. Só moram em quintas diferentes. Por esse país fora.
A Ryanair desmente a manchete do "Jornal de Notícias" (JN) desta quinta-feira, segundo a qual a companhia aérea low cost teria "desistido" de criar uma base no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.
(via A Baixa do Porto)Criar a primeira linha transversal resulta, contudo, numa obra cara. Uma nova actualização fez a obra disparar dos 196 milhões de euros iniciais para os 240 milhões. Ou seja, mais 44 milhões.
A extensão de 2,2 quilómetros, com duas estações, representa assim um custo por quilómetro de 109 milhões de euros. Valor próximo da extensão da linha azul entre a Baixa-Chiado e Santa Apolónia, inaugurada em Dezembro. A obra, numa extensão de dois quilómetros, sofreu uma derrapagem de 134 milhões e teve um custo final de 147 milhões por quilómetro.
E depois é o Metro do Porto o esbanjador de capitais públicos...