Esta ausência forçada do Portuense impediu-me de elogiar, no devido tempo, a Associação Comercial do Porto pela iniciativa que tem tido no tema "Aeroporto de Lisboa".
Mas, como mais vale tarde do que nunca, aqui ficam os meus parabéns pela iniciativa da ACP em promover um estudo à opção "Portela + 1" tão indesejada por alguns interesseiros...
Mostrar mensagens com a etiqueta Ota. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ota. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, junho 20, 2007
Associação Comercial do Porto
segunda-feira, junho 11, 2007
Sabe a pouco...
Este recuo do Governo sabe a pouco. Considerar estudar Alcochete como alternativa não é suficiente: então e Portela + 1? Convenientemente esquecida, é claro!
E a gestão separada dos 3 aeroportos? Nem uma palavra.
Em Outubro o Governo vai anunciar o mesmo: Ota, a todo o vapor! Até lá "mostra" que é dialogante e ouve ideias diferentes das deles...
E a gestão separada dos 3 aeroportos? Nem uma palavra.
Em Outubro o Governo vai anunciar o mesmo: Ota, a todo o vapor! Até lá "mostra" que é dialogante e ouve ideias diferentes das deles...
quarta-feira, junho 06, 2007
ACP critica declarações de Lino sobre aeroporto Sá Carneiro
Em declarações à Lusa, Rui Moreira referiu que a ACP defende um modelo semelhante ao portuário para o aeroporto do Porto, por forma a que as diferentes plataformas possam concorrer entre si.
«Como a Ota é um aeroporto de custo muito elevado, aquilo que o senhor ministro já percebeu é que ou entrega as outras plataformas do Continente à mesma identidade para dourar a pílula ou não encontra outro parceiro para construir e explorar a Ota», frisou Rui Moreira.
Tirando o futebol, mais uma vez de acordo com Rui Moreira.
«Como a Ota é um aeroporto de custo muito elevado, aquilo que o senhor ministro já percebeu é que ou entrega as outras plataformas do Continente à mesma identidade para dourar a pílula ou não encontra outro parceiro para construir e explorar a Ota», frisou Rui Moreira.
Tirando o futebol, mais uma vez de acordo com Rui Moreira.
Ota: Mário Lino diz não ter «obsessão» pelo novo aeroporto
Eu também não chamaria de obsessão mas sim "ob$e$$ão"...
O ministro das Obras Públicas rejeitou hoje ter alguma «obsessão» pela construção do novo aeroporto na Ota, mas sublinhou que «não vale a pena andar atrás de miragens», porque continuam sem aparecer razões para mudar de opinião.
Se rejeitar tudo o que lhe foi apresentado nos últimos tempos, então continuam sem aparecer razões para mudar de opinião. Só se as razões que ele refere são outras...
O ministro das Obras Públicas rejeitou hoje ter alguma «obsessão» pela construção do novo aeroporto na Ota, mas sublinhou que «não vale a pena andar atrás de miragens», porque continuam sem aparecer razões para mudar de opinião.
Se rejeitar tudo o que lhe foi apresentado nos últimos tempos, então continuam sem aparecer razões para mudar de opinião. Só se as razões que ele refere são outras...
De Associação Comercial do Porto: Posição Pública - "Os Aeroportos de Portugal"
Junto enviamos, para conhecimento, a posição pública da Associação Comercial do Porto intitulada "Os Aeroportos de Portugal", aprovada na reunião de Direcção do dia 4 de Junho de 2007.
Associação Comercial do Porto
Palácio da Bolsa - Rua Ferreira Borges
4050 - 253 Porto
Tel.: 00 351 223 399 000
Fax: 00 351 223 399 090
www.cciporto.com / www.palaciodabolsa.pt
Palácio da Bolsa - Rua Ferreira Borges
4050 - 253 Porto
Tel.: 00 351 223 399 000
Fax: 00 351 223 399 090
www.cciporto.com / www.palaciodabolsa.pt
terça-feira, junho 05, 2007
O 2º Aeroporto de Lisboa no Montijo
Ainda a Ota
Mais uma notícia sobre a Ota, que vem contradizer o que o paspalho do ministro anda a afirmar:
Margem Norte não serve para o novo aeroporto
No estudo citado domingo por Mário Lino, datado de 1972, ponderaram-se várias localizações, partindo de dois princípios dados como indiscutíveis não se vislumbravam hipóteses de expansão da Portela; e "impossibilidade" de localizações na Margem Norte.
No entanto, e o mais relevante para mim, neste estudo considerava-se que a Portela não tinha possibilidade de expansão, o que se veio a verificar que não era verdade.
Tudo o que tem saído para a imprensa é que se anda a discutir a localização de um novo aeroporto, na margem norte ou na margem sul (o chamado "deserto").
Para mim, o que deve ser estudado e considerado é uma alternativa bem menos custosa que é manter a Portela e considerar mais um aeroporto de menores dimensões para as companhias de low cost.
Outro ponto que anda esquecido, e talvez o mais importante para os habitantes da região norte, é a privatização da ANA: a gestão do aeroporto do Porto deve ser entregue à Junta Metropolitana do Porto de forma a poder competir com os aeroportos concorrentes (Lisboa, Vigo, Santiago Compostela).
Margem Norte não serve para o novo aeroporto
No estudo citado domingo por Mário Lino, datado de 1972, ponderaram-se várias localizações, partindo de dois princípios dados como indiscutíveis não se vislumbravam hipóteses de expansão da Portela; e "impossibilidade" de localizações na Margem Norte.
No entanto, e o mais relevante para mim, neste estudo considerava-se que a Portela não tinha possibilidade de expansão, o que se veio a verificar que não era verdade.
Tudo o que tem saído para a imprensa é que se anda a discutir a localização de um novo aeroporto, na margem norte ou na margem sul (o chamado "deserto").
Para mim, o que deve ser estudado e considerado é uma alternativa bem menos custosa que é manter a Portela e considerar mais um aeroporto de menores dimensões para as companhias de low cost.
Outro ponto que anda esquecido, e talvez o mais importante para os habitantes da região norte, é a privatização da ANA: a gestão do aeroporto do Porto deve ser entregue à Junta Metropolitana do Porto de forma a poder competir com os aeroportos concorrentes (Lisboa, Vigo, Santiago Compostela).
segunda-feira, junho 04, 2007
BEJA JUSTIFICA PORTELA+1
Novo artigo de Rui Rodrigues, publicado no Jornal Público de dia 28 de Maio:
BEJA JUSTIFICA PORTELA+1
Em conclusão, o Governo, ao investir em Beja, contraria toda a argumentação apresentada contra um aeroporto secundário em Lisboa e está a justificar a opção Portela+1.
Estratégia de desenvolvimento dos transportes no Norte de Portugal
Por sugestão de José Silva:
http://norteamos.blogspot.com/2007/05/estratgia-de-desenvolvimento-dos.html
http://norteamos.blogspot.com/2007/05/estratgia-de-desenvolvimento-dos.html
Etiquetas:
Aeroporto,
Metro do Porto,
Ota,
TGV
sexta-feira, junho 01, 2007
Ota: 22 factos indesmentíveis
Esta sexta-feira, Mendo Castro Henriques, professor na Universidade Católica, vai estar no PortugalDiário, por volta das 16:30, para responder às perguntas que os leitores quiserem colocar sobre a Ota.
Conheça os 22 factos:
1 - Não existe nenhum estudo que indique a Ota como o melhor local para o novo aeroporto.
2 - Em todos os estudos onde a opção Ota foi analisada, foi sempre considerada a mais cara.
3 - A decisão pela localização Ota foi tomada, em 1999, com base num Estudo Preliminar de Impacto Ambiental (EPIA) incompleto e insuficiente.
4 e 5 - Entre os vários descritores usados no EPIA, a Comissão de Acompanhamento do Novo Aeroporto considerou «deficiente» a abordagem feita aos «Recursos Hídricos» e aos «Risco de Colisão de Aeronaves com Aves». Dois pontos usados para eliminar Rio Frio.
6 - O site da NAER não disponibilizou a totalidade dos estudos em Novembro de 2005. Foram omitidos estudos importantes, como o realizado pela ANA em 1994 e que escolhia o Montijo, e cortaram-se partes de outros documentos.
7 - O estudo de 1999, que apenas compara Ota e Rio Frio, não justifica a exclusão da localização Montijo, que até então tinha «ganho» em todos os relatórios.
8 - Os capítulos das conclusões do EPIA da Ota e do Rio Frio são cópias um do outro.
9 - Alguns factos foram deturpados de modo a legitimar a escolha da Ota.
10 - A decisão foi tomada sem que tenham sido avaliadas todas as determinantes: não foi instalado um posto meteorológico na Ota; não foi estudada a implicação da gestão do espaço aéreo; não foram estudados os acessos nem as características dos solos.
11 - A solução «Portela + 1» foi abandonada por causa da escolha da Ota. Todas as restantes localizações são compatíveis com a utilização simultânea da Portela.
12 - A Ota terá uma vida útil muito inferior ao Aeroporto da Portela, que já passou os 60 anos de vida. A Ota pode «viver» 30/40 anos.
13 - O novo aeroporto será pago pelo Estado e pelos contribuintes.
14 - Lisboa ficará menos competitiva. Por exemplo, as taxas de aeroporto serão mais elevadas na Ota.
15 - A TAP será menos competitiva. O processo do aeroporto de Atenas, inaugurado em 2001, é semelhante ao da Ota. A companhia aérea grega declarou falência em 2003.
16 - A privatização da ANA como parte do negócio da Ota, significa dar a uma entidade privada a gestão de quase todos os aeroportos portugueses.
17 - Há factos que obrigam a reequacionar a opção Ota. Cresceram as Low cost. O traçado do TGV foi alterado e passar na Ota obriga a «ginástica».
18 - Não foram criados mecanismos para tributar mais valias nos terrenos da Ota.
19 - O turismo perde. Estudos efectuados mostram uma quebra de 15,6 por cento no turismo de Lisboa.
20 - Por causa da Ota a linha do TGV Lisboa/Porto será apenas para passageiros e não para mercadoria.
21 - O TGV tira passageiros aos aviões.
22 - A área de influência de dois aeroporto - Norte e Sul - é superior à influência de um aeroporto central.
Informação retirada do jornal online "Portugal Diário"
Conheça os 22 factos:
1 - Não existe nenhum estudo que indique a Ota como o melhor local para o novo aeroporto.
2 - Em todos os estudos onde a opção Ota foi analisada, foi sempre considerada a mais cara.
3 - A decisão pela localização Ota foi tomada, em 1999, com base num Estudo Preliminar de Impacto Ambiental (EPIA) incompleto e insuficiente.
4 e 5 - Entre os vários descritores usados no EPIA, a Comissão de Acompanhamento do Novo Aeroporto considerou «deficiente» a abordagem feita aos «Recursos Hídricos» e aos «Risco de Colisão de Aeronaves com Aves». Dois pontos usados para eliminar Rio Frio.
6 - O site da NAER não disponibilizou a totalidade dos estudos em Novembro de 2005. Foram omitidos estudos importantes, como o realizado pela ANA em 1994 e que escolhia o Montijo, e cortaram-se partes de outros documentos.
7 - O estudo de 1999, que apenas compara Ota e Rio Frio, não justifica a exclusão da localização Montijo, que até então tinha «ganho» em todos os relatórios.
8 - Os capítulos das conclusões do EPIA da Ota e do Rio Frio são cópias um do outro.
9 - Alguns factos foram deturpados de modo a legitimar a escolha da Ota.
10 - A decisão foi tomada sem que tenham sido avaliadas todas as determinantes: não foi instalado um posto meteorológico na Ota; não foi estudada a implicação da gestão do espaço aéreo; não foram estudados os acessos nem as características dos solos.
11 - A solução «Portela + 1» foi abandonada por causa da escolha da Ota. Todas as restantes localizações são compatíveis com a utilização simultânea da Portela.
12 - A Ota terá uma vida útil muito inferior ao Aeroporto da Portela, que já passou os 60 anos de vida. A Ota pode «viver» 30/40 anos.
13 - O novo aeroporto será pago pelo Estado e pelos contribuintes.
14 - Lisboa ficará menos competitiva. Por exemplo, as taxas de aeroporto serão mais elevadas na Ota.
15 - A TAP será menos competitiva. O processo do aeroporto de Atenas, inaugurado em 2001, é semelhante ao da Ota. A companhia aérea grega declarou falência em 2003.
16 - A privatização da ANA como parte do negócio da Ota, significa dar a uma entidade privada a gestão de quase todos os aeroportos portugueses.
17 - Há factos que obrigam a reequacionar a opção Ota. Cresceram as Low cost. O traçado do TGV foi alterado e passar na Ota obriga a «ginástica».
18 - Não foram criados mecanismos para tributar mais valias nos terrenos da Ota.
19 - O turismo perde. Estudos efectuados mostram uma quebra de 15,6 por cento no turismo de Lisboa.
20 - Por causa da Ota a linha do TGV Lisboa/Porto será apenas para passageiros e não para mercadoria.
21 - O TGV tira passageiros aos aviões.
22 - A área de influência de dois aeroporto - Norte e Sul - é superior à influência de um aeroporto central.
Informação retirada do jornal online "Portugal Diário"
O Metro do Sul do Tejo
sexta-feira, maio 25, 2007
O Deserto de Mário Lino por RAP
quinta-feira, maio 24, 2007
Desnorteados ou senis?
Almeida Santos invoca possível atentado terrorista para justificar aeroporto na margem norte
Os argumentos apresentados por Almeida Santos e Mário Lino para defender um novo aeroporto de Lisboa na Ota são cada vez mais ridiculos que só os prejudica.
Infelizmente, por muito que se demonstre que a opção de se fazer um aeroporto novo na Ota vai contra tudo o que é desejável para um desenvolvimento equilibrado do país, esta obra vai avançar. Contra tudo e contra todos (à excepção da meia dúzia que vai sair directamente beneficiada com este aeroporto)...
Subscrever:
Mensagens (Atom)